Leitura metódica:
Antes de caminhar a procura da minha porta entrada, já trazia comigo o desejo de fazer um ateliê de pintura, e acho que esse é o momento, imaginei que seria bem aceito ao público direcionado, já que é algo tão apreciado pela sociedade. Quando me deparei com o viveiro tive a certeza que seria o melhor lugar, era um lugar estranho que não conhecia, mais pelo fato de ser um ambiente agradável imaginei se tornaria familiar. Logo venho as incertezas as dúvidas, de como poderia fazer um ateliê em um lugar que não seria determinado para esse tipo de aplicação, a partir daí pesquisei algumas possibilidades e encontrei artistas que pintam ao ar livre, que faz da natureza e principalmente das plantas objetos de observação. Então cheguei a seguinte conclusão que não precisamos seguir padrões estabelecidos, que podemos conceber a arte em qualquer lugar.
O viveiro Vida fica a quatro quarteirões da minha casa, é simples, e nele mora uma família que cuida e vende as plantas, é um lugar de muita paz e sossego, o lugar certo para pintar lindas telas.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Poética da Minha “Porta de Entrada”
MINHA PORTANem imagino o vou encontrar mais tenhoa certeza que vou gostar.A delicadeza das folhasacariciando minha mão.Raízes sensíveis,terra fértil.Viajo em buscade um trevo de quatro folhas.Chego perto da felicidadeno trevo dos meus sonhos.encontro a minha felicidade.Indiferença humana!Árvores desgalhadastombadas ao chão.Lágrimas cristalizadasà guisa de floresdissolvidas em pétalas de abandono.Eis - que me encontro!Com um olhar tímido e disfarçadotento congelar ao redor todas as coisasbusco transparência e encontro coragem.
MINHA PORTANem imagino o vou encontrar mais tenhoa certeza que vou gostar.A delicadeza das folhasacariciando minha mão.Raízes sensíveis,terra fértil.Viajo em buscade um trevo de quatro folhas.Chego perto da felicidadeno trevo dos meus sonhos.encontro a minha felicidade.Indiferença humana!Árvores desgalhadastombadas ao chão.Lágrimas cristalizadasà guisa de floresdissolvidas em pétalas de abandono.Eis - que me encontro!Com um olhar tímido e disfarçadotento congelar ao redor todas as coisasbusco transparência e encontro coragem.
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